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O diferencial na hora da compra

Nos últimos dois anos, o comércio digital aumentou em uma escala sem precedentes.

  • A disponibilidade dos aplicativos de varejo reformularam a forma como os consumidores fazem compras.

Com novos públicos escolhendo o digital como um canal de compras, as marcas precisam maximizar seu alcance, além de entenderem o que a nova cultura de clientes exige — e coloca competitividade nisso…

Mercado digital no Brasil 🌐

O Brasil possui cerca de 55% da participação do e-commerce latino americano, com o mercado avaliado em mais de US$ 150 bilhões.

  • Junto ao México, os 2 países representam 70% de todo o mercado. E isso está diretamente relacionado à densidade populacional.

Sem contar que os países são os principais polos de inovação da América Latina — tanto em captação de investimentos quanto em quantidade de startups.Previsões: Até 2025, o tamanho do mercado digital na LATAM deve triplicar, embora a expectativa maior esteja na Bolívia e no Paraguai.

E-commerce vs. DNVBs 🛍

A principal distinção é que o e-commerce é um canal, enquanto as DNVBs são marcas  mas nada as impede de utilizarem o e-commerce na hora das vendas.

As DNVBs adotam o D2C (direct to consumer), ficando responsáveis pelo ciclo completo de compra do consumidor, desde o marketing até o pós venda.

Quando a experiência do cliente é positiva, a tendência é que ele compre novamente e, ao se sentir conectado com o propósito da marca, divulgue organicamente.

Os recebidos-pagos nos stories bombam. risos.

Inclusive, alguns estudos mostram que os clientes estão dispostos a pagar mais por serviços personalizados. Ou seja, oferecer uma experiência diferenciada pode trazer mais dinheiro.

Case Nike e Centauro 

Em 2020, a Centauro, rede de varejo brasileira, comprou a distribuição exclusivados produtos Nike no país por um período de 10 anos.

Na prática: A Nike perderá o controle do processo de divulgação, distribuição e pós-venda no Brasil, além de não ter acesso a dados para desenvolver produtos cada vez mais personalizados.

Outras DNVBs brasileiras 🇧🇷

LivUp produz opções saudáveis de alimentação congelada, e hoje é cadastrada em deliveries para entrega de comidas frescas.

  • A marca tem forte presença no Instagram e faz ações de marketing constantes através de parcerias com influenciadores.

Outro bom exemplo é a Amaro, marca de moda feminina pioneira nesse mercado de DNVBs. Apesar de terem algumas lojas físicas, as vendas são muito mais concentradas no digital.

Já fez seu skincare hoje? 🧴

(Imagem: Glamour | Reprodução)

Skincare. De tanto ouvir falar, você pode pensar que cuidados com a pele se resume a uma rotina de passar produtos e colocar máscaras hidratantes — o que até tem uma certa lógica.

No entanto… Muito além de cuidar da pele, o skincare também pode dar uma aula de marketing.

  • Isso porque uma empresa que vem transformando o setor tem ensinado muita coisa.

Estamos falando da Sallve, uma DNVB que tem se posicionado com uma forte pegada de branding e foco na experiência do cliente.

“Quê? Não entendi”

Uma DNVB — ou digitally native vertical brand — é uma marca que já nasce no ambiente digital e tende a ser mais próxima do consumidor em relação às tradicionais. São as moderninhas, tá?

Muitas empresas, inclusive tradicionais, passaram a adotar essa estratégia, aumentando margem, uma vez que reduziram gastos de comissão de vendas, aluguel de lojas e estoque imenso.Afinal, operar um e-commerce costuma ser muito mais barato do que uma loja física. O gasto maior é com marketing.

Grande case 🏅

A Sallve foi fundada em 2018 pela influenciadora Julia Petit, além de Daniel Wjuniski e Marcia Netto, com um propósito claro: fazer as pessoas viverem bem com sua própria pele, vendendo produtos de qualidade e preço acessível.

mercado mundial de cosméticos representa US$ 1,5 trilhão e se expande cada vez mais.

Basta entrar no TikTok, Instagram ou YouTube para ser inundado com alguns dos assuntos preferidos dos usuários: skincare e maquiagem.

O poder da comunidade digital

O lançamento da marca aconteceu em janeiro de 2019, mas, curiosamente, sem nenhum produto.

  • Os 5 meses seguintes foram focados em inbound marketing — conteúdos no blog sobre como cuidar da pele, dicas de podcast, estilo de vida e muito mais.

O que a Sallve vende, afinal? Ao longo desse período, a empresa focou mais em uma conversa clara com seus consumidores do que simplesmente em anunciar produtos.Na prática, a Sallve acredita que os produtos devem ser feitos pelo público.

Mão na massa 🍕

Para isso, eles criaram o “quiz da pele”, um formulário para entender a relação do seu público com a própria pele.

Ao construir uma base fiel de seguidores, a Sallve foi capaz de conhecer e fidelizarseus clientes por mais tempo, além de reduzir o custo de mídia paga. LTV sobe e CAC cai.Não faz ideia do que são essas siglas? Já explicamos aqui.

A gestão da comunidade foi um dos principais motivos que tornou a empresa referência em marketing de conteúdo, comunicação digital e engajamento do público.

Faltava alguma coisa…

Apesar de existirem várias marcas de cosméticos no mercado, nenhuma, de fato, representava todas as pessoas que desejavam consumir esse produto. 

  • Mais do que preço acessível, além do creme contra espinhas, a geração Z e a millenium pediam por representatividade e praticidade.

Por serem gerações que consideram muito a opinião de influenciadores, a Sallve encontrou um caminho no digital para indicarem seus produtos — e não só através das dermatos.

Premissa do produto certo: O brasileiro costuma ter pele oleosa, com texturas diferentes e gosta de um brilho natural — não é igual a do europeu ou a do americano.

Desafios detectados 🔎

Influenciadores, Instragram, comunidade, TikTok… Um dos desafios enfrentado pela Sallve é saber por qual canal se comunicar, já que a base de clientes veio de vários lugares.

Desafio número dois: Focar na experiência da comunidade em toda a jornada, desde a entrada do lead até o pós compra — que ficou fragmentada, segundo a cofundadora Marcia Netto. Será que a empresa vai tirar de letra?

As ondas de calor estão afetando muita gente

Medidas urgentes. A província chinesa de Sichuan ordenou o fechamento de todas as fabricas que operam lá por seis dias. A medida é a última cartada do governo para aliviar a falta de energia na região, resultado de uma forte onda de calor. 

Causa e efeito. O calor gerou aumento do uso do ar condicionado em escritórios e residências. Além do uso em excesso, a rede elétrica também foi prejudicada pelas secas nos rios, o que reduziu a produção nas usinas hidrelétricas.

“Ok, mas como isso me impacta?“ 

A região atingida é, simplesmente, um dos maiores polos das industrias de semicondutores e painéis solares. Para piorar, ainda é o centro de mineração de lítio da China.

E isso está diretamente conectado com as atividades no mundo todo — desde os semicondutores até as baterias de lítio.

Com as medidas, espera-se um aumento no preço desses componentes e todos aqueles que dependem deles, o que pode trazer mais inflação ao redor do globo. 

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45% dos brasileiros completam renda com bicos

Fazendo um bico aqui, outro ali. Nos últimos 12 meses, 45% dos brasileiros com mais de 16 anos optaram por fazer atividades extras para complementar sua renda.

Os bicos estão nos serviços 👇

Um terço dos entrevistados complementaram sua renda com serviços de manutenção, beleza, motorista, entregas por aplicativos ou trabalhos domésticos de faxina, babá, aulas particulares e cuidados com idosos e animais.

A pesquisa mostra ainda que a necessidade de realização de bicos é mais frequente em famílias com renda de até um salário mínimo.

Mudando de assunto…

O Ibovespa fechou ontem em alta de 0,47%, aos 113.557 pontos e acompanhou, em parte, a bolsa americana. 📈

O que você precisa saber sobre previdência

Garantir a aposentadoria. Esse é o objetivo de uma previdência. Após anos trabalhando e investindo parte de seus ganhos, o valor acumulado gera uma renda mensal após o fim da carreira.

  • Com isso, é possível aposentar de forma tranquila. Parece tentador, né? E as pessoas concordam. Pelo menos é isso que os dados nos mostram.

As reservas de previdência privada ultrapassam R$ 1 trilhão. São quase 15 milhões de brasileiros investindo nessa modalidade.

E esses números só crescem, principalmente por conta de alguns problemas da previdência pública.

Mas… qual a diferença entre elas? 🤔

A previdência pública — ou social — é um tipo de seguro que todos os trabalhadores com carteira assinada são obrigados a pagar, através de um valor mensal descontado do salário.

  • O governo garante que o trabalhador vai se aposentar e ter uma renda assegurada quando não puder mais trabalhar.

Já a previdência privada funciona como forma de juntar e investir o dinheiro para garantir uma renda na aposentadoria. Sua contratação é opcional — só tem quem pode e quer.

Essa é a principal diferença

Previdência privada: O seu dinheiro está sendo investido por especialistas para te gerar rendimentos futuros.

Previdência social: O governo usa o dinheiro arrecadado de quem trabalha hoje para pagar os aposentados.

Em outras palavras, o sistema público depende do dinheiro que entra a cada mês para pagar quem já se aposentou, e, com isso, continuar existindo.

São as pessoas ativas que sustentam os aposentados.

É aí que está o x da questão 🧐

Nos anos 1980, tinham nove trabalhadores ativos para cada aposentado. Desde então, esse número já caiu pela metade. Veja:

O número de trabalhadores está diminuindo. Juntamente a isso, as famílias estão tendo menos filhos.

Dessa forma, a população economicamente ativa pode reduzir ainda mais, nos próximos anos. Dê uma olhada:

São menos pessoas trabalhando e contribuindo para sustentar os aposentados.

Junte isso ao fato de que as pessoas vivem cada vez mais — ou seja, recebem aposentadoria por mais tempo — que a situação pode ficar complicada.

Veja como a expectativa de vida dos brasileiros vem aumentando:

Resumo da ópera… 🎻

Menos pessoas nascendo + pessoas vivendo por mais tempo + aposentados sendo sustentados por menos pessoas…

O resultado? Uma conta cada vez maior para o governo pagar. Isso pensando na previdência pública.

É por isso que tanto se fala em reformas previdenciárias ao redor de todo o mundo, que visam equilibrar essa conta.

Não é à toa que a previdência privada só cresce 📈

Muitas pessoas, temendo esse cenário, estão investindo na previdência privada, como forma de amenizar o risco e ainda garantir uma renda extra no futuro.

  • É claro que, na teoria, o governo — autoridade máxima do país — garante que as pessoas receberão sua aposentadoria.

Mas, para quem quer garantir por conta própria, a previdência privada pode ser uma boa alternativa.

Embora os ganhos potenciais sejam menores do que no mercado acionário, por exemplo, a segurança é bem maior — e pode ser uma boa opção para garantir uma vida mansa no futuro.

Quanto o governo gasta com previdência social?

Mais da metade do orçamento do governo federal é usado no pagamento de aposentadorias.

  • Vale destacar que, na teoria, o valor destinado à previdência não deveria comprometer investimentos em saúde ou educação, por exemplo.

Idealmente, esse valor deveria ser apenas a devolução do dinheiro que os contribuintes pagaram durante a carreira.

No entanto, a conta não fecha 😵

Como você já viu, quem está trabalhando agora que paga essa conta. Faz muitos anos que a arrecadação previdenciária é inferior aos gastos com os aposentadossai mais dinheiro do que entra.

É o chamado rombo da previdência. Na prática, o orçamento público fica comprometido, e uma grande verba que poderia ser gasta de outra forma acaba sendo usada para fazer a conta fechar.

Para te dar uma noção de grandeza ainda melhor, aqui estão mais alguns números da previdência pública:

Dessas 36 milhões de pessoas, 60% são aposentadorias. Em seguida, vêm pensões (22,4%), amparos (13,3%) e auxílios (4,1%).

  • Considerando o valor médio, estamos falando de um gasto mensal que ultrapassa R$ 55 bilhões. A quantia pesa bastante nos cofres públicos.

Buscando melhorar esse cenário, uma alternativa é incentivar as pessoas a recorrerem à previdência privada. E é isso que o governo faz.

Existe uma série de benefícios para quem escolhe fazer sua previdência por conta própria. Esses são alguns deles:

🤤 Não tem come-cotas: Sem antecipação do imposto de renda;

🔄 Portabilidade: Possibilidade de troca de fundos sem custo;

🥊 Dedução legal: Você pode abater o valor que investe na declaração;

📉 Menor imposto de renda do mercado: Até 10%, mas, na maioria dos casos, pode chegar a zero;

👑 Sucessão Patrimonial: Não entra em inventário, não tem custo de cartório, nem ITCMD — Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação.

Ao mesmo tempo em que esses benefícios aliviam a pressão que a previdência social causa nos cofres públicos…

  • Também permitem que instituições financeiras ofereçam boas oportunidades de investimento na categoria.

Nos EUA e na Europa — onde os mercados financeiros são mais maduros —, ter uma previdência privada é bastante comum. Será que a tendência vai pegar por aqui?

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