Sindicatos na Amazon e mudanças no Citigroup

A Amazon sempre aparece por aqui por suas frequentes inovações no mundo do e-commerce. Mas, hoje, a pauta é outra: os sindicatos contra a Amazon.

O que está acontecendo? Os trabalhadores reclamam de suas condições de trabalho, dizendo que as métricas de produtividade da empresa tem feito as jornadas cansativas, estressantes e desumanas. Além disso, buscam aumento nos salários.

A Amazon faz uma análise de desempenho em cima da média de tempo que os trabalhadores gastam para realizar uma tarefa e quantos minutos ficam sem escanear nada.

Com isso, funcionários começaram a reclamar de que quando iam ao banheiro, por exemplo, seu ritmo diminuía. Alguns, inclusive, falaram que, para não serem prejudicados, faziam xixi em garrafas — algo que a Amazon negou.

A relevância: a Amazon é o segundo maior empregador privado dos EUA, com 800 mil carteiras assinadas, e essa pode ser a primeira união sindicalista da empresa.

Ainda sobre a situação de empregados nos EUA…

Em uma pesquisa, 13 analistas do banco Goldman Sachs relataram uma forte piora da saúde física e mental por trabalharem quase 100 horas por semana.

A revelação foi um baque e tanto, mas a resposta de um outro player do mundo das finanças foi ainda mais interessante:

Exemplos: calls no Zoom estão proibidas nas sextas, o dia 28 de maio será feriado e a maior parte dos funcionários vai poder continuar trabalhando de casa até duas vezes por semana. E para a sua saúde mental, como está o trabalho remoto?

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