Google e sua estratégia anti-Amazon

Jeff Bezos, coloque as luvas e o protetor bucal. A Google quer entrar com tudo no ringue do e-commerce. Na tentativa de se tornar o maior centro de compras da internet, a empresa sabe-tudo está usando uma estratégia anti-Amazon.

O que é ser anti-Amazon? Menos restritivo e mais barato para os vendedores independentes. No ano passado, o Google eliminou as taxas para comerciantes e permitiu que eles colocassem, gratuitamente, seus produtos nos resultados de pesquisa.

  • Além disso, a BIG TECH quer facilitar o upload do estoque, tendo o Shopify como parceiro, que fornece lojas online para 1,7 milhão de comerciantes.

Uma reclamação frequente das empresas que vendem na Amazon é a perda da sua identidade visual. É tudo inserido no contexto da comunicação da empresa e o Google pretende se colocar como uma alternativa para isso.

Outro ponto interessante aqui é que muitos comerciantes afirmam que a Amazon tem costume de copiar produtos que são muito comercializados em sua plataforma, tornando-se concorrente do próprio vendedor.

O caminho do Google, no entanto, vai ser longo… A companhia não tem histórico de sucesso com vendas online. Só em 2020, a Amazon comercializou US$ 295 bilhões com seus vendedores terceirizados, enquanto a empresa de busca movimentou “só” US$ 1 bilhão.

One more thing: o Google, líder em termos de publicidade, também precisa se cuidar nesse aspecto, pois o segmento de venda de anúncios da Amazon cresceu 30% no ano passado. A companhia só fica atrás de — adivinhem — Facebook e do próprio Google. Toma lá, dá cá…

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