Mais bebês para nos lembrarem do 7 a 1

Perdão por te recordar da derrota. Mas é fato, os alemães estão tendo mais bebês. O país viu, entre dezembro de 2020 e janeiro de 2021, sua taxa de natalidade aumentar em 0,8%Faça as contas… Cerca de 9 meses desde o início do isolamento.

  • Se nós temos os escorpianos nascidos do Carnaval, a Alemanha vai ter seus capricornianos da pandemia. risos.

É um movimento global? Não. Quer dizer, pelo menos não nos países desenvolvidos.

  1. A Itália viu sua taxa de natalidade cair para a menor em mais de um século em 2020. O mesmo aconteceu em outros países com mais idosos.

  2. Nos EUA, nascerão 300 mil bebês a menos nesse ano.

  3. Onde a pandemia surgiu, a China, a queda de babies de 2019 a 2020 foi de 12%.

Começamos pela alta da Alemanha, mas talvez seja melhor explicar porque as pessoas estão tendo menos filhos nesses países.

É simples: parece não ser o melhor momento para trazer alguém ao mundo, né? Hospitais lotados, incertezas econômicas, não poder colocar os avós em risco… Historicamente, recessões e pandemias geram taxas de fertilidade mais baixas.

Mas por que é relevante? Além de menos fraldas para presentear (o bolso agradece), se o declínio da natalidade persistir, somado à instabilidade econômica, os países podem enfrentar dificuldades que vão da previdência às taxas de juros.

Agora o ponto principal. Por que a Alemanha está fora da média? Só pode ser o sotaque sexy e forte da língua alemã. Brincadeiras à parte, economistas apontam o Kurzarbeit, uma política do país que mantém salários mesmo sem trabalho.

O que mais você precisa saber?

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