Um ótimo negócio…

Com mais de 1,2 bilhões de doses aplicadas no mundo, a campanha de vacinação segue a todo vapor. Hoje, vamos falar sobre quão lucrativo criar imunizantes pode ser. Se é que você se interessa em saber disso…

No início do desenvolvimento da vacina, diversas empresas especializadas começaram as pesquisas, e a Pfizer, uma farmacêutica americana, foi uma das que capitaneou o projeto.

O resultado da empreitada? Mais de US$ 3,5 bilhões em receita nos primeiros três meses deste ano. De longe, a maior fonte de receita da Pfizer no período. A empresa não divulgou os lucros, mas reiterou que a margem com a vacina gira em torno de 20%, ou seja, algo em torno de US$ 900 milhões.

Uma dicotomia… A Pfizer recebeu muitos elogios pela velocidade recorde que conseguiu desenvolver sua vacina com uma tecnologia de ponta. Por outro lado, outros consideram o lucro não tão positivo, diante da discrepância do estoque das vacinas entre países ricos e pobres.

O chefe da OMS lamentou um “desequilíbrio chocante na distribuição global de vacinas”, e pediu esforços para fortalecer o Covax, programa que visa garantir que as nações mais pobres possam ter acesso aos imunizantes.

Uma atitude em prol da solução: O governo americano anunciou, ontem, apoio à suspensão da proteção de patentes para as vacinas contra a COVID-19. Uma mudança de posicionamento significativa — que vem depois que seu país já atendeu a demanda de doses — capaz acelerar a produção e a distribuição de imunizantes no mundo.

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