O outro lado do “trabalhe enquanto eles dormem”

Atenção, workaholics. Em um estudo recente, a OMS e a OIT descobriram que longas jornadas de trabalho causaram, só em 2016, mais de 745.000 mortes por doenças cardíacas e derrames.

Como eles sabem que a causa foi o trabalho em excesso? Todas as 745 mil vítimas trabalhavam mais de 55 horas por semana nos anos anteriores. Inclusive, a situação é ainda mais grave nos homens, que representam 72% dos óbitos analisados.

Trabalhar por tantas horas está associado a um risco 35% maior de derrame e 17% mais chances de morrer por problemas cardíacos.

  • Para colocar atenção… Os efeitos da pandemia ainda não foram sentidos por completo, mas pense por você… Está trabalhando mais ou menos desde que foi pra casa?

O que o estudo aponta como solução?

Basicamente, que empresas, funcionários e governos estabeleçam limites que protejam a saúde dos trabalhadores. A maioria dos exemplos vistos envolve a redução da jornada para 4 dias — ou 32 horas — por semana:

Em termos governamentais, a Espanha vai investir 50 milhões de euros em um teste nacional para uma jornada de 4 dias por semana, por três anos, custeando a diferença na remuneração dos funcionários de mais de 100 empresas.

Na Nova Zelândia, a premiê recomendou o mesmo para aumentar o turismo local e reduzir o estresse. Tendência? Vale tentar?

O que mais foi destaque no cenário mundial?

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