Amazon reforça o apoio a legalização da maconha

Melhor empregador do mundo? Se o último ano foi bom para a venda legal de maconha nos Estados Unidos — mais de US$ 17,5 bilhões em vendas, como falamos na edição de ontem —, o setor ganhou mais força ainda com uma nova política da Amazon.

Qual? A partir de agora, a empresa fundada por Jeff Bezos não vai mais verificar o uso de cannabis em seus exames admissionais, ou seja, a maconha sai do rol de drogas proibidas para os colaboradores.

Segundo a Amazon, sua equipe de políticas públicas passará a apoiar ativamente a legalização da maconha em nível federal, assim como a eliminação de todos os registros criminais associados a ela.

Por que isso importa? A empresa é a segunda maior empregadora privada dos Estados Unidos, contando com mais de 1 milhão de funcionários — diretos ou indiretos — ao redor do mundo. Geralmente, quando os grandes se mexem, os menores copiam…

Na prática, a empresa vai tratar o uso de maconha assim como o consumo de álcool, mas, se houver algum incidente durante o trabalho, vai testar o funcionário para verificar se ele estava sob uso de álcool ou outros entorpecentes. AmaZen até demais. risos.

Indo um pouco mais além…

A notícia da Amazon fortalece o setor como um todo, estimulando, de certa forma, outros negócios a terem posturas similares e pressionando autoridades indiretamente a debaterem sobre a legalização.

Por falar no mercado… Depois de um boom na pandemia e de vários locais aprovando a utilização recreativa, o setor vem se consolidando como algo não tão absurdo quanto há alguns anos.

  • Nos Estados Unidos, 72% dos adultos maiores de 21 anos que moram nos estados que permitem o uso consomem ou estão abertos ao consumo.

Aqui está um report interessante sobre o mercado de cannabis no mundo, que pode ser útil. É só clicar.

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