Exército decide não punir Pazuello

Ontem, o Exército brasileiro decidiu não punir Eduardo Pazuello pela participação de evento com o presidente Jair Bolsonaro e apoiadores no mês de maio, logo após seu depoimento da CPI.

A decisão desagradou a muitos, já que o próprio Regulamento Disciplinar do Exército veda a participação de militar em manifestação de cunho político.

Anteriormente, inclusive, Hamilton Mourão — Vice-Presidente e também General — disse que Pazuello cometeu um erro ao participar da manifestação. Pazuello e Bolsonaro, por outro lado, tinham se defendido dizendo que o ato não foi uma manifestação político-partidária.

O que disse o Exército? Segundo a nota oficial, “não restou caracterizada a prática de transgressão disciplinar” e oprocesso foi arquivado.

Muitos consideraram a posição do Exército como preocupante por demonstrar uma possível inclinação aos interesses do presidente, incluindo o deputado Rodrigo Maia, que publicou em seu Twitter que estaríamos vivendo um chavismode direita.

Bolsonaro, por sua vez, falou sobre punições disciplinares das Forças Armadas em geral na sua live semanal, reforçando que a decisão de punir ou não é exclusiva do comandante do Exército, não havendo interferência de sua parte.

Zoom out: Na terça-feira, Bolsonaro nomeou Pazuello para a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE) da Presidência da República, meses após substituí-lo como ministro da Saúde.

O que mais foi destaque no país?

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