C6 chama JP para se fortalecer na briga dos bancos digitais

Lembra quando você se sentia desfavorecido em uma briga do colégio e chamava seu irmão ou primo mais velho para ajudar? É basicamente isso que aconteceu ontem no setor de bancos digitais brasileiros.

De olho no crescimento de Nubank e Inter, o jovem C6 Bank vendeu 40% de seu negócio para o JPMorgan — um dos bancos mais tradicionais do mundo —, que poderá, ao longo do tempo, adquirir o restante da instituição digital.

O C6: Criado por ex-sócios do BTG Pactual em 2019, o banco digital tem mais de 7 milhões de clientes e oferece uma linha completa de produtos bancários, desde cartões de débito e crédito até uma plataforma de investimento.

O motivo? Brasileiros amam créditos e, consequentemente, bancos amam brasileiros. Nosso país é um dos mais atrativos do mundo em soluções financeiras. Até por isso, você vê tantas contas digitais surgindo por aqui.

Bottom line: O C6 ganha bastante liquidez e poderá acelerar a expansão de suas operações, ao mesmo tempo em que fortalece sua imagem com a presença de um dos maiores bancos do mundo em seu quadro societário.

O que vale observar: (i) O Lil’Six ainda não conseguiu atingir seu break-even e teve um prejuízo de quase R$ 800 milhões nos dois primeiros anos de operação; (ii) A briga que o C6 intensifica com Nubank e Inter — também recentemente capitalizados.

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