O “passe verde” da Itália funcionou?

Dolce vax. Ninguém esperava, mas a Itália teve uma ótima temporada de turismo este ano. Apesar da COVID-19 e do susto da Delta, o turismo doméstico do país atingiu seu pico no verão europeu. O principal motivo? O “Passe Verde”.

Desde 6 de agosto, a Itália adotou um certificado de COVID-19, obrigatório para todos os maiores de 12 anos, incluindo turistas internacionais.

Para tê-lo, é preciso se enquadrar em uma dessas três situações:

  1. Ter se vacinado com algum dos imunizantes aceitos;
  2. Ter se recuperado da doença;
  3. Ter apresentado um teste negativo a menos de 48h.

Na prática, quem não apresentar o certificado não pode nem embarcar em um avião para a Costa Amalfitana, muito menos curtir uma baladinha na Sardenha.

Em números: Em julho e agosto, mais de 23 milhões de italianos reservaram quartos de hotel em seu país. No mesmo período de 2019, para se ter uma ideia, foram 18 milhões.

Quais foram as tendências de destino? As praias foram as mais procuradas, muito provavelmente por causa das temperaturas acima de 40ºC. Enquanto isso, sem turistas gringos, cidades como Florença e Roma ainda estão longe da normalidade.

O que mais você precisa saber no cenário mundial? 

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