A Louis Vuitton está em crise existencial: quer ser jovem

A Louis Vuitton cansou de agradar senhoras endinheiradas, ela quer ser popular entre os jovens. O que está fazendo para conseguir isso?

  1. Lançando calças cargo e roupas bem streetwear;
  2. Contratando 25 mil funcionários com menos de 30 anos.

A LVMH — dona de marcas como Louis Vuitton e Dior — anunciou, ontem, o recrutamento dos colaboradores mais novos.

A estratégia de ter mais juventude na força de trabalho é interessante em vários aspectos. Para citar três:

  • Um vendedor jovem saberá melhor como convencer alguém da mesma faixa etária a comprar algo. “Tá super em alta, não viu a Olivia Rodrigo usando?
  • Ter mentes mais novas no time de estilo, por exemplo, ajuda a rejuvenescer as criações da marca, dando pitacos no que está careta demais.
  • No marketing, young designers saberão melhor como atingir o público-alvo. 

Como parte da iniciativa, a LVMH firmou parcerias em áreas desfavorecidas na França para recrutar alunos do ensino médio para estágios no grupo.

Zoom Out: A empresa está vivendo um grande boom de vendas. No primeiro semestre de 2021, as vendas foram 11% maiores que no mesmo período em 2019.

A alta do faturamento é explicada pela reabertura das lojas somada ao dinheiro economizado pelos clientes durante a quarentena. O comprador está aberto.

the news 📬

Mais inteligente em 5 minutos. Somos um jornal gratuito e diário, que tem por objetivo te trazer tudo que você precisa saber para começar o seu dia bem e informado.

Notícias, de fato, relevantes sobre as principais atualidades do mundo, do Brasil, tecnologia e do mercado financeiro, sempre nessa ordem.

Direto na sua caixa de entrada do e-mail favorito, sempre às 06:06. É gratuito, mas pode viciar.

Para se inscrever, clique aqui.

COMPARTILHE

Share on facebook
Share on twitter
Share on linkedin

mais inteligente em 5 minutos

tudo que você precisa saber pra começar seu dia bem e informado

INDICADOS PARA VOCÊ

MUNDO

Nem vem com essa, COVID

Cientistas da África do Sul identificaram uma nova variante do COVID-19, com um número “muito incomum” de mutações, e temem