A polêmica dos absorventes

Veto. Em setembro, o Congresso aprovou o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual. Parte dele previa que absorventes fossem entregues a estudantes de baixa renda, pessoas em situação de rua ou vulnerabilidade social extrema. 

O objetivo é combater a falta de acesso a itens necessários no período menstrualuma em cada quatro jovens já faltou à aula por não poder comprar o item.

  • Ontem, no entanto, foi publicado no Diário Oficial que Bolsonaro sancionou o texto, mas vetou a distribuição gratuita dos absorventes a tais beneficiárias.

Segundo o presidente, a medida contrariava o interesse público por não ser compatível com a autonomia das redes e estabelecimentos de ensino.

Além disso, outro argumento usado foi de que o projeto não indicava de onde viria o dinheiro para custear a medida, o que iria contra a Lei de Diretrizes Orçamentárias.

  • Toda a questão teve grande repercussão nas redes sociais, com afirmações de que seria papel do governo assegurar a saúde e a dignidade da população.

E agora, o que acontece? Em um prazo de 30 dias, o Congresso pode decidir manter ou derrubar vetos presidenciais. Muitas vezes, no entanto, esse prazo não é cumprido.

Além disso, o que mais é bom saber no cenário nacional?

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