A Pfizer decidiu aceitar produzirem seu genérico

Calma, que não foi da vacina. A farmacêutica está desenvolvendo um medicamento oral contra a COVID-19 e, ontem, autorizou que ele seja vendido por fabricantes qualificados em países de baixa e média rendasem ganho de royalties, ou seja, uma quantia paga pelo direito de uso.

Qual a relevância? O medicamento será um divisor de águas no enfrentamento à pandemia e, seu uso genérico deve cobrir cerca de 53% da população mundial.

O remédio ainda não foi aprovado, mas é um dos três com eficácia comprovada — a redução de risco de hospitalização ou morte observada foi de 89%.

O lado business… A expectativa era que o remédio fosse uma segunda fonte de receita para a empresa, mas, após bater recordes de lucro com a vacina, a Pfizer parece ter escolhido a ampla distribuição do seu medicamento, deixando a receita em segundo plano.

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