Biden vai enviar testes rápidos para os americanos

Novas medidas. Pouco antes da população estar sentada à mesa comendo peru, Joe Biden anunciou uma série de ações (com uma inédita) para conter mais uma onda da COVID-19 — dessa vez, por causa do avanço da Ômicron.

Aproveitando, a nova variante já é a versão dominante do coronavírus nos EUA e foi responsável por 73% dos novos casos de COVID na semana passada.

O envio será feito só a partir de janeiro, mas os especialistas têm visto nos testes uma forma de não só celebrar o Natal e o Ano Novo como planejado mas também de garantir um retorno em janeiro com mais segurança.

Por que os testes são tão relevantes?

Antes, todos os anúncios desse tipo envolviam restrições, isolamento, fechamento de estabelecimentos e por aí vai. Dessa vez, o caminho escolhido foi outro.

O envio de testes rápidos gratuitos aos americanos pela primeira vez dá um sinal de que a era de lockdowns chegou ao fim e o combate agora vai ter mais cara de “ok, a COVID-19 existe e não quer ir embora, mas, como evitá-la?”.

  • Nem precisamos falar que a reação dos EUA pode ser — e provável que seja — acompanhada por outros países nessa onda pós-vacinação que o mundo está vivendo.

Bottom line: No discurso, Biden também disse que as pessoas vacinadas podem se adoecer, mas estão protegidas de doenças graves e da morte, e devem se sentir confortáveis para comemorar o Natal e os feriados como haviam planejado.

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