Vai faltar teste?

Desafios pandêmicos. Ontem, a Associação Brasileira de Medicina Diagnóstica fez um alerta importante: há risco de falta de testes para COVID-19 no Brasil.

O que aconteceu? Você não estava sozinho quando foi testar recentemente por ter tido contato com alguém infectado ou ter sentido sintomas. A Ômicron fez a demanda por testes subir como o número de pessoas querendo nossa caneca na Black Friday. risos.

Para se ter uma ideia, no Rio, houve um aumento de até 5 vezes na quantidade de exames RT-PCR realizados nas unidades do Grupo Fleury.

Com esse cenário, a produção dos insumos para os testes está sob forte pressão e, por isso, a associação dos laboratórios recomendou que se priorize quem vai ser testado.

A linha de preferência:

  1. Pacientes graves;
  2. Pessoas de grupo de risco;
  3. Trabalhadores da saúde;
  4. Profissionais de serviços essenciais.

Rede D’Or — a maior rede privada de hospitais do Brasil —, inclusive, já determinou um limite por causa da dificuldade para comprar novos testes e antígeno.

Por que isso é tão relevante?

Já diziam… Data is the new oil. Assim como as empresas de tecnologia, os governos deveriam tomar sua decisão com base em dados. Em um pandemia, saber o real cenário de contaminação é uma das informações mais importantes.

Além de ser o que determina o isolamento para que menos pessoas se contaminem, só com os testes se descobre, por exemplo, a letalidade atual da COVID-19.

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