Pé no freio na construção de prédios corporativos

É repetir o óbvio dizer que a pandemia mostrou a muitos segmentos uma forma de trabalho que independe de grandes espaços físicos — segundo um estudo da KPMG, 85% das empresas pretendem seguir no modelo híbrido.

Para se ter uma ideia, em São Paulo, o setor imobiliário teve uma área total de 663 mil metros quadrados devolvida por empresas — levando a vacância da cidade para 25%.

Com empresas deixando seus escritórios e o trabalho híbrido se consolidando, o apetite por novos projetos, caiu e as construtoras estão agindo com cautela. Até porque, ver a demanda diminuir e aumentar a oferta não é muito inteligente. risos.

Outro ponto interessante… As empresas de tecnologia ajudaram os números do setor a não ficarem ainda piores. A CashMe, por exemplo, dobrou o tamanho da sua sede — embora tenha multiplicado seu número de funcionários por quatro.

Zoom Out: Se a construção diminui, as reformas devem crescer. Segundo o sócio do escritório responsavam por mais de 50% das reformas corporativas em São Paulo e no Rio, no pós-pandemia, os escritórios terão mais cara de casa — senão, os colaboradores só vão querer a parte remota do trabalho híbrido. risos.

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