A mais nova ideia da Argentina para conter a inflação

Hermanos em apuros. A Argentina está vivendo um dos piores momentos econômicos de sua história, e o govern decidiu adotar uma medida inusitada para resolver o problema.

Antes, o contexto 🇦🇷

Há 100 anos, a Argentina era o 10º país mais rico do mundo em renda per capita, maior que França, Itália e Alemanha. Desde então, a nação viu políticas monetárias fracassarem, golpes militares e estratégias de soberania nacional como a estatização de empresas jogarem o país para baixo.

Em 2021, a inflação na Argentina subiu 50,9%, mas isso está longe de ser um problema recente — na última década, o aumento foi de 1.500%. Além disso, de 2012 a 2020, o PIB argentino caiu 15% e a pobreza foi de 26% para 41%.

  • Com isso, hoje, a inflação do país está entre as mais altas do mundo. Na América Latina, a Argentina só fica atrás da Venezuela.

Mais números: Sabe a nossa taxa Selic, usada para combater a inflação, que vem subindo e está em 10,75% ao ano? No nosso país vizinho, a taxa equivalente está em 42,5% ao ano. Além disso, para se ter uma ideia, um real brasileiro equivale a 20 pesos argentino — que não valem nem US$ 0,01.

Agora, a novidade 🥒

O mais novo anúncio do governo argentino foi a criação de uma estatal de alimentos, com o objetivo de conter a alta dos preços nas prateleiras do país. 

A ideia é que a Empresa Nacional de Alimentos seja associada aos produtores de pequeno e médio porte, participando de todo o processo de produção, regulação, controle e comercialização dos alimentos.

Além da empresa nacional de alimentos, a Argentina aposta no acordo com o FMI para renegociar cerca de US$ 44,5 bilhões em dívidas.

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