O tombo da Stone e o alerta para as fintechs

O foguete deu ré. Stone — empresa que ficou conhecida pelas maquininhas, mas abalou todo o setor de pagamentos brasileiros — viu suas ações caírem 88% desde seu pico no ano passado, apagando R$ 132 bilhões em valor de mercado.

O que aconteceu?

Um conjunto de fatores, na verdade… Vamos pela ordem:

  1. Ao longo dos últimos anos, a Stone decidiu focar no crédito, fazendo empréstimos para pequenos e médios negócios.
  2. Com a pandemia, muitos clientes foram afetados e, para piorar, as taxas de juros e a inflação subiram — o baque foi grande.
  3. O resultado disso? A inadimplência explodiu, e a originação do crédito teve que ser interrompida.

O cenário é um alerta para as fintechs que buscam superar os grandes bancos em um mercado dominado por eles há décadas. Na concorrência, a PagSeguro e a GetNet também viram suas ações caírem no último ano — 75% e 69%, respectivamente.

Zoom Out: Parece que vender produtos mais rentáveis — como crédito — não é tão simples como conquistar milhões de usuários com uma conta digital gratuita.

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