A Amazon não quer avaliações ruins

Assim não dá. Nessa semana, a Amazon processou dois sites — chamados AppSally e Rebatest —, alegando que eles têm um exército daquilo que qualquer e-commerce mais teme: avaliadores ruins.

  • Quando você vai comprar online, muito provavelmente, dá uma olhada na nota dada àquele produto ou ao vendedor. Se for muito baixa, boa coisa não deve ser.

O que a Amazon está dizendo é que os sites acumularam mais de 900.000 usuários dispostos a escrever avaliações falsas (e negativas) em troca de dinheiro ou produtos.

  • Além de si própria, a varejista de Jeff Bezos diz que as duas empresas também atacam sites como eBay, Walmart e Etsy.

“Por que um site se encarregaria disso?” Talvez você seja ingênuo e não veja maldade, mas há toda uma estratégia por trás — e é fácil entendê-la.

Ao mesmo tempo que algumas empresas compram avaliações positivas para impulsionarem seus produtos, outras pagam para que usuários manchem a reputação de seus rivais com críticas ruins.

Zoom Out: Em 2015, a Amazon já havia processado vários sites por práticas parecidas, mas eles continuam aparecendo por aí. Analisando o todo, é interessante pensar em como, na internet, avaliações podem acabar com a confiança dos clientes em um certo produto.

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