A Shein quer vir para o Brasil

Vá até onde seu cliente está. Desde que a Shein — e-commerce chinês conhecido por suas milhões de peças atuais a preços baixíssimos — começou a se difundir no Brasil, o “comprinhas na Zara” virou “comprinhas na Shein”. E os números assustam…

A varejista chinesa já fatura mais de R$ 2 bilhões no mercado brasileiro e, em 2021, seu aplicativo foi o mais baixado no mercado de moda no país, com mais de 23 milhões de downloads — Renner, C&A, Marisa e Arezzo ficaram comendo poeira.

  • Com tamanho potencial, a Shein está avaliando trazer para o Brasil a outra ponta do seu negócio: a produção.

Os primeiros passos… A empresa pretende começar por meio de parceiros locais. Inclusive, ao que parece, a Shein já assinou contratos com dois fornecedores.

O que pode mudar? Por melhor que seja a distribuição, trazer peças da China não é tão rápido assim. Com isso, a entrega chega a levar 30 dias. Ao otimizar esse processo, a combinação preços baixos + entrega rápida pode ser matadora.

Não está claro, no entanto, se a Shein será mais transparente em relação a seu modo de produção quando trouxer essa parte da operação para o Brasil.

Hoje, a empresa é criticada por não explicar seu custo extremamente baixo, sendo acusada de condições de trabalho análogo a escravidão. A conta fecha?

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