As empresas agindo em meio ao conflito

Países, governos e instituições. Temos falado muito de como esses agentes estão se comportando em relação ao embate Rússia-Ucrânia, mas grandes empresas — com enorme relevância — também estão se movimentando.

Para citar algumas… 📲

1) Airbnb: Na mesma linha do que fez no ápice da crise no Afeganistão, o Airbnb anunciou 100 mil alojamentos temporários para refugiados ucranianosEssas acomodações serão financiadas pela empresa e por doadores do fundo Airbnb.

2) Meta e Google: A dona do Facebook e o YouTube, de posse do Google, proibiram anúncios e monetização da mídia estatal russa em suas plataformas. A Meta, além disso, comunicou que derrubou contas de desinformação pró-Rússia.

3) Twitter: O app que foi bloqueado pelo governo russo anunciou que vai sinalizar todo conteúdo que tiver links para mídia estatal do paísalém de rebaixar esse conteúdo usando algoritmos. Para visualizar melhor, na semana passada, usuários tuitaram mais de 45 mil vezes contendo esses links.

Por que é relevante? Assim como governos e outras instituições, essas plataformas — que já são vistas como “maiores que nações” — têm sido cobradas por responder à invasão e se posicionar a respeito do que está acontecendo, nem que seja no online.

⚠️ Últimas notícias da guerra: Segundo o presidente ucraniano, até ontem, a Rússia já havia atacado a Ucrânia com 56 foguetes e 113 mísseis. Os países marcaram uma 2ª rodada de negociações que pode levar a um cessar-fogo, mas, enquanto isso, tropas russas avançam em direção a Kiev.

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