O que NFTs, TikTok e cripto têm em comum na invasão da Ucrânia?

Guerra moderninha. A Guerra entre Rússia e Ucrânia é tão séria e triste quanto todas as outras, mas não podemos negar que ela se “atualizou” ao seu tempo.

Explicando… As grandes novidades dos últimos anos estão participando bem ativamente do conflito — e é fácil identificar.

Um exemplo é o fato da Ucrânia ter recebido cerca de US$ 50 milhões em doações de criptomoedas e, ontem, anunciado que vai usar os NFTs de um jeito bem mais útil que colocar um macaquinho como foto de perfil: financiar suas forças armadas.

Como assim? A Ucrânia está planejando lançar sua própria coleção de NFTs — caso não saiba o que é, clique aqui — para apoiar suas tropas na defesa contra as forças invasoras russas. Literalmente, compre um NFT e ajude a Ucrânia.

  • Além disso, a invasão já foi até apelidada de “guerra TikTok”, porque os usuários estão frenéticos nos posts sobre o conflito. Para se ter uma ideia, a hashtag #ukraine atingiu quase 23 bilhões de visualizações.

Voltando para as criptomoedas, a guerra também já é vista como o primeiro grande conflito de cripto. A demanda aumentou pelos dois lados e espera-se que a Rússia tente resistir às sanções do Ocidente com criptomoedas, que são mais difíceis de bloquear.

Por que isso importa? Guardadas as devidas proporções, já vivemos transições monetárias em períodos de guerra, que sempre trazem inovações. Foi na Primeira Guerra Mundial, por exemplo, que grande parte dos países deixou de adotar o ouro como valor monetário padrão.

Aproveitando… Ontem, bombardeios russos deixaram a maior usina nuclear da Europa em chamasO que queríamos mesmo é que tudo isso fosse no metaverso…

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