Na fila da privatização, um lucro bilionário

Recorde. As empresas de entregas criadas para competir com a criticada ineficiência do Correios não parecem estar afetando a estatal — a empresa zerou prejuízos e fechou 2021 com lucro de R$ 3,7 bilhões.

  • Com isso, os Correios vão voltar a pagar dividendos à União — R$ 251 milhões vão pingar na conta, como os tios e primos dos investimentos gostam de dizer.

A evolução: Em 2019, o prejuízo acumulado dos Correios era de R$ 2,4 bilhões. No ano seguinte, o lucro foi bilionário, mas, ainda 50% menor do que em 2021.

O que permitiu a recuperação?

Segundo o presidente da empresa, isso se deveu a vários fatores, dentre eles: redução de custos, revisão de contratos, adequação à CLT e investimentos operacionais.

A privatização:

Um projeto de lei abrindo o setor postal à inciativa privada já foi aprovado pela Câmara, mas está parado no Senado. Com a divulgação dos lucros, voltou à tona a discussão entre os favoráveis e os contrários à privatização.

De um lado, afirma-se que, como a empresa está valorizada, é um bom momento para que ela seja comercializada e se livre de suas amarras com o governo. Do outro, questiona-se: “se a empresa lucra, por que privatizar?”.

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