Caffeine Army: Muito além do café

Uma SuperEmpresa. Somente com o investimento inicial de R$ 30.000 do seu próprio bolso, Bruno Army fundou a empresa que, no ano passado, vendeu mais 1,9 milhão de latas de SuperCoffee, seu principal produto. Antes disso, uma longa trajetória.

Tudo começou com um portal voltado para lifestyle 🖥️

Em 2016, Bruno começou a publicar conteúdo sobre o que estava estudando e sobre o que estava sendo falado mundo afora sobre alimentação, hábitos, meditação, espiritualidade…

A visão da oportunidade de criar um produto veio ao notar o sucesso, principalmente no Vale do Silício, do bullet proof coffee — “café à prova de balas” —, que mistura o café com fontes de gordura boa.

A ideia é desacelerar a absorção da cafeína, mantendo um efeito mais duradouro, sem gerar um pico — o que gera um efeito “crash” e torna a bebida viciante. Algum viciado por aí? risos.

Na verdade, o produto que Bruno criou era um trio: i) café orgânico, feito no interior da Bahia ii) óleo de coco , bem puro e iii) manteiga ghee, que ele mesmo fazia em sua própria cozinha. A ideia era as pessoas comprarem o combo para fazer a mistura em casa, chegando ao produto final.

Os obstáculos nesse primeiro modelo: A venda tinha que ser varejo, já que o alto peso encarecia demais o frete, além do risco de vazamento, por ser líquido.

  • Só que no varejo… A manteiga ghee ia pra gôndola de manteigas, o óleo de coco para a gôndola dos óleos e o café para a gôndola de café. Com os produtos separados, o valor-agregado era totalmente perdido.

O pulo do gato: Em 2018, perceberam que era hora de criar um produto prático, funcional e que desse energia pras pessoas. “Seria possível secar o produto e transformá-lo em um pó?”

Assim surgiu o SuperCoffee ☕⚡

Agora, o canal online se tornava uma realidade, mas — como uma boa história de empreendedorismo — outros obstáculos surgiram, principalmente ligados à logística.

  • Além disso, como terceirizam a produção, a necessidade de realizar um pedido mínimo ameaçava o fluxo de caixa do negócio, que cresceu 100% no bootstrap — ou seja, sem investimentos externos.

O crescimento da companhia veio, principalmente, a partir das diversas estratégias de marketing — como parcerias com influencers —, sempre baseado na produção de conteúdo constante e geração de valor para a comunidade Caffeine.

A ideia sempre foi ter proximidade do público. Com a cultura de construção de uma comunidade Caffeine, ficou ainda mais fácil ouvir o cliente e melhorar o produto.

Nessa linha, eles remodularam a fórmula duas vezes — chegando a um nível difícil de ser replicado —, criaram embalagens em tamanhos diferentes e lançaram novos sabores, conseguindo agradar um maior público.

Ser mais que um café

“Uma marca de lifestyle”: é assim que eles se posicionam. O café em si, apesar da energia e ânimo, é um produto. Mais valioso que isso é a conexão entre pessoas que têm o mesmo estilo de vida e buscam equilibrar performance com bem-estar.

O objetivo é tornar a Caffeine uma marca que realmente esteja presente na vida e no dia a dia das pessoas — com muito café, mas muito além do café.

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