Dá pra cuidar da saúde mental só por aplicativo?

O mesmo boom que fez os aplicativos de saúde mental bombarem na pandemia — e aliviar muita gente no isolamento—, está gerando alertas sobre privacidade e eficácia.

Contexto: Na pandemia, os serviços online de saúde mental cresceram muito e receberam uma bolada de investimentos. Agora, as críticas em torno da saúde digital estão começando a surgir por aí.

O que estão dizendo… 

1) 💭 É grave ou só um incômodo? Os especialistas alertam que pode haver uma confusão entre o que seria um problema sério de saúde mental ou uma preocupação mais momentânea de bem-estar. 

Em outras palavras, deve haver uma diferença na hora de tratar alguém com sintomas depressivos graves e alguém que está passando por um período estressante — e os serviços de saúde precisam ser mais claros. 

2) 👾 Publicidade direcionada: No ano passado, uma pesquisa constatou que alguns aplicativos de saúde mental estavam compartilhando dados com a Meta e rastreando publicidade direcionada. O algoritmo só ganha.

Apesar das preocupações, mesmo com o fim do isolamento, a tendência do mercado é continuar crescendo — este ano, o setor deve faturar US$ 500 milhões, alta de cerca de 20%.

📖 Aproveitando… Foi apresentado, no Senado, um projeto de lei que prevê que as empresas com mais de 100 empregados deverão contratar psicólogo. A ideia é prevenir problemas psicológicos, aumentando a produtividade e a satisfação. Será que passa? 

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