A greve dos produtores rurais na Argentina

Clima tenso entre os hermanos. Ontem, as principais organizações de produtores agrícolas da Argentina se manifestaram em rodovias, suspendendo a comercialização de grãos e pecuária.

  • Exigindo mudanças na política econômica do governo, os manifestantes pediram a isenção de impostos e a normalização de combustíveis.

Contexto: Enfrentando a escassez de gasolina e os preços salgados, a inflação da Argentina registrou alta de 5% em maio. Com o resultado, o índice de preços do país foi a 60% no acumulado de 12 meses — maior valor em 30 anos.

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Por ser um dos principais produtores de alimentos do mundo e o primeiro exportador de óleo e farinha de soja, a Argentina acabou se dando bem com o aumento de preços dos cereais em decorrência da guerra.

  • Por outro lado, com o conflito, a importação de fertilizantes e de combustíveis ficou mais cara: a Argentina importa 60% dos fertilizantes que consome, e 15% são provenientes da Rússia.

🤑 A expectativa é que as exportações agroindustriais alcancem um recorde de US$ 41 bilhões em 2022, confirmando o setor como o principal gerador de moeda estrangeira no país.

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