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A Rússia tem uma condição para ajudar

O que Putin quer em troca? O presidente russo disse, ontem, que a Rússia está pronta para ajudar a solucionar a crise dos alimentos, contanto que haja um alívio do outro lado: a suspensão das sanções impostas pelo Ocidente ao país.

  • O problema, impulsionado pela guerra na Ucrânia, tem impactado o mundo todo. Com a suspensão da importação de fertilizantes da Rússia, lavouras foram prejudicadas e muitos países suspenderam exportações para se proteger. 

A guerra impactou também a exportação de grãos pelas próprias Rússia e Ucrânia. Como resultado, estão faltando alguns alimentos, além de estarem mais caros mundo afora — do óleo de cozinha ao pãozinho. 

Em resposta à fala de Putin, autoridades disseram que o presidente está tentando dar um caráter bélico à crise alimentar, como uma forma de ameaça. 

Aproveitando… 🇷🇺

Em relação às sanções empresariais, a opinião dos americanos é favorável. Na luz da saída de marcas como Disney, IKEA, Starbucks e McDonald’s da Rússia, apenas 12% dos americanos acham que as empresas deveriam operar na Rússia normalmente.

Segundo essa mesma pesquisa, a grande maioria pensa que as empresas deveriam ter limitações em suas operações em países com regimes autoritários.

Planos de saúde têm aumento histórico

Vai doer no bolso. A ANS aprovou o reajuste máximo, de 15,5%, dos planos de saúde individuais e familiares. Trata-se do maior aumento já aprovado pela agência, criada em 2000.

  • As operadoras dos planos de saúde poderão aplicar o índice em mensalidades cobradas entre maio de 2022 a abril de 2023.

Não envolvendo planos coletivos, a decisão vale para contratos individuais e familiares firmados a partir de 1999. Ao todo, são aproximadamente 8 milhões de beneficiários.

Contexto: O aumento ocorreu um após a agência ter aprovado um reajuste negativo. Em razão do isolamento social, houve uma queda na demanda por serviços de saúde as operadoras foram obrigados a reduzir as mensalidades em pelo menos 8%.

Pode parecer estranho, mas essa diminuição no período pandêmico tem explicação: com o isolamento, menos pessoas iam ao hospital realizar consultas, exames e cirurgias, resultando em uma queda de 17% desses procedimentos.

Já em 2021, para justificar o aumento, a ANS citou a retomada da utilização dos serviços de saúde combinada à forte inflação. Pode ser um bom momento para as novas empresas de gestão de saúde crescerem como alternativa.

Em NY, robôs são novos companheiros dos idosos

“Epidemia de solidão”. Pensando no crescente problema de isolamento social entre os vovôs, o estado de Nova York distribuirá companheiros robôs para mais de 800 idosos.

Estima-se que 14 milhões de americanos com mais de 65 anos vivem atualmente sozinhos e, segundo pesquisa, a solidão a longo prazo é tão prejudicial à saúde quanto fumar.

O que os robôs fazem? Envolvem os usuários em conversas, ajudando a contatar entes queridos e acompanhando metas de saúde, como exercícios e medicamentos — na prática, são como uma Alexa mais proativa.

O líder do projeto defende que a inovação pode ajudar a enfrentar esse crescente problema de saúde, incentivando a independência e proporcionando companhia aos idosos que vivem sozinhos.

  • A tecnologia foca no que importa para os velhinhos: memórias, validação de vida e interações com amigos e familiares.

Mas a utilização é controversa. Os críticos alertam que as máquinas têm o potencial de desumanizar seus usuários, ressaltando que sua implantação reflete o baixo valor que a sociedade atribui aos idosos.

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Que balada ruim essa de ontem…

Sabe aquela noite que você sai sem fazer nem um gol? O Ibovespa foi assim ontem. De tantos percentuais possíveis, o índice conseguiu fechar o dia com 0,00%, aos 110.579 pontos — ok, subiu um mísero pontinho. 

  • Podia ser pior… O Ibovespa passou a maior parte da quarta-feira no vermelho, mas apagou as perdas no final do pregão, acabando na neutralidade. 

O que amenizou o mau humor? A ata do Comitê Federal de Mercado Aberto, nos EUA, foi divulgada. A sinalização foi de que altas mais agressivas nos juros estão descartadas, pelo menos nas próximas reuniões. 

Os destaques positivos por aqui foram as ações da Via e da MRV, que subiram 6,27% e 3,83%, respectivamente. A SulAmérica veio depois, com ganhos de 3,65%.

E o dólar? Foi “de leve”. A moeda subiu 0,18%, a R$ 4,82depois de oscilar entre R$ 4,80 e R$ 4,86.

Biden está disposto a brigar com a China

Disse e repetiu. Depois de afirmar que defenderia Taiwan militarmente em um possível ataque chinês, o presidente dos EUA, Joe Biden, voltou a dizer ontem que segue com esse posicionamento.

  • A primeira fala já havia irritado a China, que considera que a ilha democrática deve ser colocada de volta sob seu controle. 

Para os chineses, essa é a questão mais sensível e importante em seu relacionamento com Washington. A fala de Biden foi um marco, afinal, até então, os EUA não saiam da moita.

Com o posicionamento, foi trazida mais uma incerteza geopolítica. Durante décadas, os americanos seguiram uma política de ambiguidade estratégica em relação a Taiwan, deixando a questão “no ar”. 

Zoom Out: Um possível confronto entre EUA e China é apontado como um dos principais riscos de uma nova guerra no mundo. À luz da invasão da Ucrânia, o medo está na possibilidade de um aumento da presença chinesa em Taiwan terminar em conflito.

Universidades públicas podem cobrar mensalidade?

A PEC polêmica do momento. Uma proposta de emenda à Constituição, que chegou a estar na pauta de ontem na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania — a primeira fase da tramitação — está dando o que falar. 

  • O que a PEC diz: O texto propõe cobrar mensalidade em universidades públicas para os mais ricos. 

Mais detalhes… Hoje, ninguém paga para estudar em instituições públicas. A ideia é que mensalidades passem a ser cobradas, mas que seja garantida a gratuidade para os estudantes que não tiverem recursos suficientes.

Esse “corte de renda” seria definido pelo Poder Executivo e uma comissão da universidade analisaria os casos de gratuidade.

👍 Os argumentos favoráveis: Diz-se que não é justo que os pobres — que são os que mais pagam impostos e muitas vezes não chegam às universidades públicas pela precariedade do ensino básico — arquem com o estudo dos mais ricos.

👎 Os argumentos contrários: Afirma-se que a PEC pode gerar segregação e piorar o ensino superior, reduzindo o investimento público nas universidades, além de não ter critérios específicos sobre a faixa de renda.

Qual o momento atual do texto? A Comissão precisa analisar se ele fere algum princípio constitucional. Se não, ele segue para uma comissão especial, depois vai para a Câmara e, só após isso, chega ao Senado. Ainda há água pra rolar…

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